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O Líder do Futuro?

Como seria o Líder do futuro? Quais deveriam ser as suas preocupações? Um líder deve orientar a sua equipe, desenvolvê-la para obter alta performance e garantir os melhores resultados. Será que isso bastaria? Estas são responsabilidades do líder, mas o papel da liderança vem tornando-se cada vez mais abrangente e desafiador.

Há muitas décadas utilizamos a expressão mundo VUCA (Volátil (volatile), Incerto (uncertain), Complexo (complex) e Ambíguo (ambiguous) e, mais recentemente, os especialistas dizem que o que era VUCA tornou-se BANI (Frágil (brittle), Ansioso (anxious), Não-linear (nonlinear), Incompreensível (incomprehensible), conceito criado pelo antropólogo Jamais Cascio.

Diante desse cenário tão complexo, o papel do Líder do Futuro torna-se mais relevante e deve ser muito mais abrangente do que o citado no início desse artigo. O Líder precisa garantir um ambiente de trabalho livre de assédio e preconceito e promover a diversidade e inclusão, onde todas as pessoas tenham espaço para contribuir e que sejam efetivamente “ouvidas”.

Os empregados também querem mais qualidade de vida, o famoso “work-life balance”, que é outro fator importantíssimo e um dos grandes responsáveis por gerar maior comprometimento. Por exemplo, ter flexibilidade para ir à academia ou levar e buscar o filho na escola e continuar o trabalho após o jantar, aumenta a satisfação do empregado. A transformação digital contribui para que isso seja possível.

Considerando que as empresas precisam produzir de forma responsável, respeitando as pessoas e o meio ambiente, os líderes precisam promover a inovação e a sustentabilidade, de modo que toda a sociedade seja beneficiada. Nesse sentido, o famoso “Walk the Talk” tem que fazer parte da atitude do líder. O comportamento é ainda mais importante do que discurso.

Tudo isso contribuirá para que as empresas consigam atrair bons profissionais. Quanto à retenção, creio que deveríamos abolir esta palavra, pois as novas gerações são leais apenas ao que acreditam. Se as empresas trabalharem e exercerem seus valores de forma alinhada, ali permanecerão por algum tempo, não porque foram “retidos”, mas porque quiseram ficar. Essa já é a realidade em muitos países desenvolvidos.

Em resumo, o líder do futuro deve ser proativo, promover a diversidade e inclusão, garantir qualidade de vida, inovação, sustentabilidade e ser um exemplo em seu comportamento. Aqueles que entenderem esse cenário e agirem rapidamente serão os líderes do futuro, pois essas questões em breve serão latentes em todas as empresas.

Por: Nelia Da Lapa

Vice-presidente de Recursos Humanos da Norsk Hydro Brasil

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